segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Conheça mais- Lendas gregas

E esse é o último post do conheça mais sobre mitologia grega :(


O povo grego retratou a história de sua civilização por meio de mitos e lendas;

O mito de Europa

Numa praia deserta estavam Europa, a bela filha do rei da Fenícia, e algumas amigas. As moças brincavam distraidamente e não perceberam a chegada de um grande touro branco. O animal se aproximou de Europa e se curvou em reverência. Encantada, ela decidiu montar nele. O touro, então, partiu em disparada para o mar, só parando muito tempo depois, ao chegar a uma imensa ilha chamada Creta. Lá ele se revelou: era Zeus, que se disfarçara para conquistar a moça. Ela se apaixonou por ele e lhe deu três filhos: Minos, Sarpédon e Radamante. Mais tarde, Europa casou-se com o rei de Creta, que adotou seus filhos e transformou o mais velho deles – Minos – em herdeiro do trono.


             A maldição de Posêidon

Minos casou-se com Pasífae. Certo dia, o casal recebeu de Posêidon – o deus dos mares – um touro de presente, que devia ser sacrificado. Mas o animal era tão bonito que Minos decidiu poupá-lo da morte. O deus, irritado, fez com que Pasífae se apaixonasse pelo touro e tivesse um filho dele, com corpo de homem e cabeça de touro: o Minotauro. Para esconder a desgraça que se abatera sobre sua família, Minos ordenou que o arquiteto ateniense Dédalo planejasse um labirinto para aprisionar o monstro e evitar que ele escapasse.
Mas as desaventuranças estavam apenas começando na até então afortunada vida do rei Minos. Algum tempo depois, seu filho Androgeu foi assassinado após vencer todos os jogos em honra à deusa Minerva, em Atenas. Exigindo vingança, Minos partiu com seus exércitos em direção a Atenas, mas a cidade pediu paz. Para não atacá-la, o rei fez um estranho acordo: durante nove anos os atenienses teriam de enviar a Creta sete moças e sete rapazes, todos virgens, para servir de alimento ao Minotauro.

O fio de Ariadne


Teseu, filho do rei de Atenas, ao ver a tragédia que se abatia sobre a cidade, ofereceu-se para matar o Minotauro. Juntou-se ao grupo que seria sacrificado e partiu para Creta. Antes de entrar no labirinto, Teseu conheceu Ariadne, filha de Minos. Os jovens se apaixonaram e juntos planejaram uma maneira de Teseu escapar do labirinto. Ariadne lhe deu um novelo, que Teseu foi desenrolando até encontrar o Minotauro. Depois de matar o monstro, como havia prometido ao pai, Teseu refez o caminho de volta, seguindo a trilha deixada pelo fio de Ariadne. Os dois jovens partiram de Creta juntos, mas Teseu abandonou a amada no meio do caminho.

Prometeu

A Prometeu e seu irmão Epimeteu foi dada a tarefa de criar os homens e todos os animais. Epimeteu encarregou-se da obra e Prometeu encarregou-se de supervisioná-la depois de pronta, assim Epimeteu atribuiu a cada animal seus dons variados, de coragem, força, rapidez, sagacidade; asas a um, garras a outro, uma carapaça protegendo um terceiro, etc. Porém, quando chegou a vez do homem, que deveria ser superior a todos os animais, Epimeteu gastara todos os recursos, assim, recorre a seu irmão Prometeu que roubou o fogo que assegurou a superioridade dos homens sobre os outros animais. Todavia o fogo era exclusivo dos deuses. Como castigo a Prometeu, Zeus ordenou a Hefesto acorrentá-lo ao cume do monte Cáucaso, onde todos os dias uma águia ia dilacerar o seu fígado que, por ser Prometeu imortal, regenerava-se. Esse castigo devia durar 30.000 anos.

 Pandora

Na Mitologia Grega, Pandora foi a primeira mulher criada por ordem de Zeus (deus dos deuses) como parte de um castigo a Prometeu (titã amigo dos homens) por este ter revelado o segredo do fogo para a humanidade.
Prometeu roubou as sementes do deus Hélio (deus do fogo) e repassou aos homens para que estes pudessem cozinhar e fazer tarefas domésticas. Enfurecido, Zeus resolveu criar uma mulher que tivesse várias qualidades de diversos deuses. Pandora tinha o poder de sedução da deusa Atena.
Prometeu se casou com Pandora. De acordo com o mito, a humanidade tinha vivido em harmonia até aquele momento, porém Pandora resolveu abrir sua ânfora (a expressão "caixa de pandora" foi criada no Renascimento) que continha todos os males da humanidade e liberou todas as desgraças (vícios, doenças, loucura, pobreza, pragas, violência, crimes, etc). 

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Dicas- Saint Seiya The Lost Canvas- A Saga de Hades

A história de Lost Canvas acontece em 1743, quando Hades reencarna no corpo do jovem Alone, irmão mais velho de Sasha, a reencarnação de Atena.
O anime, produzido pela TMS, foi cancelado e sua produção parou no episódio 26. O mangá, com 223 capítulos, mais alguns gaidens em produção.

Nota: 9/10
Vlw e daqui a pouco começa a votação do Indicado do Mês.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Perfil- Apolyctos

Hoje venho com o perfil do anjo Apolyctos:
Apolyctos é filho dos deuses lords Maxa e Gravia.
O anjo possui o poder ancestral assim como seu pai e sua mãe.
Habilidoso com a espada e nem tanto com magia, o anjo é rápido e forte.
Ilustração feita por, dono do X-Diversão

Por hoje é só, até amanhã!!

A revolta dos deuses- Capítulo X- Passado

Zeus esperava irritado. Maxa surgiu irritada também:
-Você desgraçou o meu filho!!! Ele morreu por sua causa.
-Seu filho?- riu Zeus- Apolyctos é seu filho? Tão fraco?
Maxa se irritou ainda mais. Flores aprisionaram Zeus em uma espécie de cela. Logo ele morreria.
-Vocês é minha mãe?- Apolyctos surgiu de trás de uma rocha.
-Apolyctos, saia daqui! Isso é entre mim, Zeus e seu pai! Amor, tire-o daqui!
Gravia puxou seu filho para longe da "batalha".
Quando reapareceu, ele começou a contar a história:
-Nos tempos dos titãs, nós já éramos nascidos. Nós nascemos de entidades desconhecidas por muitos. Nós vimos o seu nascimento, seu crescimento. Vimos você libertando seus irmãos. Quando você desafiou seu pai, Maxa subiu ao trono no lugar de Cronos. Se ele fosse derrotado, antes de subir ao poder, você teria que passar pelos deuses lords. Mas um feitiço destruiu todos colocou nós dois para dormir e você subiu ao trono mais facilmente. Ou seja, seu antecessor é Maxa.
-Mas não vai ser tão fácil assim me matar!
Apolyctos apareceu preso por raios.
-Se você me matar Maxa, seu filho morre também!
-Seu cretino! Você irá pagar por isso!
A raiva de Maxa cresceu tanto que ela não conseguia mais controlar seus poderes. Gravia tentou acalmá-la. Zeus estava sendo sufocado! Ele e Apolyctos gritaram de dor. Gravia tentou romper as correntes mas já era tarde demais. Maxa não conseguiu controlar. Ela matou Zeus e esse, Apolyctos, o filho de Gravia e Maxa...
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Esse é o fim de A revolta dos deuses, daqui a pouco posto o perfil do Apolyctos. Só para avisar, irei viajar, então vai ter um intervalo de três semanas entre cada fic, vlw e até mais...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Revista Recreio 673 nas bancas!!!

A Recreio 673 dessa semana vem com histórias de pessoas que juram ter visto ovnis(Objetos Voadores Não-Identificados) por aí:
E mais: 

Peixe com cara de panqueca ▬ A arraia não é achatada à toa; 
Ele fez uma revolução biológica ▬ As aventuras da vida de Charles Darwin; 
Instrumentos musicais para lá de esquisitos! ▬ Tem até guitarra com 12 braços; 
Brinque de mitologia ▬ Faça um escudo e uma espada; 
Pergunta cabeluda ▬ Por que, às vezes, parece que engolimos pelo lugar errado? 
Cadê superlegal de uma cena pré-histórica;
Além das Curiosidades, piadas, passatempos, mural e tirinhas que sempre têm nas revistas!
Ainda têm os brindes que acompanham a Revista:
 No Sul, Sudeste e Centro-Oeste, vem o Poseidon, primeira coluna azul, e mais oito páginas da Enciclopédia Recreio de Mitologia.
No Norte e Nordeste, a Fênix acompanha a revista, último personagem para formar o Mega-Zeus e a frente do Partenon, e mais as páginas da enciclopédia:
Mega-Zeus

Partenon com as colunas amarelas 
Por hoje é só, até amanhã com o último capítulo de A Revolta dos Deuses e o perfil do anjo Apolyctos.


Adaptado de Portal Recreio!

Conheça mais- Heróis e batalhas

Existem muitos heróis e muitas batalhas na mitologia grega, então vou postar aqui os três principais.

Aquiles e a guerra de Tróia:

Aquiles era filho da união entre Peleu com Tétis, a mais bela das nereidas. Casada a contragosto, não se conformava com a mortalidade dos filhos que gerava e por isso, , em sua ânsia de transformar o filho em imortal, mergulhou a criança nas águas do rio Estige, segurando-a pelo calcanhar, ponto que se tornou vulnerável visto que não havia sofrido contato com as águas milagrosas do rio. Irada com a intromissão de Peleu, a nereida partiu, deixando o filho aos cuidados do marido, mas sempre acompanhando seus passos à distância.

Quando Calcante, célebre adivinho, predisse que a presença de Aquiles seria indispensável para vitória dos gregos em Tróia e que lá sua vida seria ceifada, Tétis, desesperada, resolveu intervir escondendo o jovem em Ciros, na corte do rei Licomedes. Sob o nome de Pirra, que significa a ruiva, vivia entre as filhas do rei disfarçado de mulher. Dessa convivência, o herói se fez revelar a Deidâmia, uma das filhas do rei e com ela gerou Neoptólemo. Foi inútil a tentativa de ocultar o filho porque Ulisses o descobriu ao simular uma invasão. As filhas do rei correram amedrontadas e somente Aquiles apresentou-se para a luta, revelando sua verdadeira origem e identidade.

O cerco grego à Tróia durou cerca de 10 anos. Vários soldados foram mortos, entre eles Heitor e Aquiles (após ter sido atingido em seu calcanhar, seu único ponto fraco)

A guerra terminou após a execução do grande plano do guerreiro grego Odisseu. Sua idéia foi presentear os troianos com um grande cavalo de madeira. Disseram aos inimigos que estavam desistindo da guerra e que o cavalo era um presente de paz. Os troianos aceitaram e deixaram o enorme presente ser conduzido para dentro de seus muros protetores. Após uma noite de muita comemoração, os troianos foram dormir exaustos. Neste momento, abriram-se portas no cavalo de madeira e saíram centenas de soldados gregos. Estes abriram as portas da cidade para que os gregos entrassem e atacassem a cidade de Tróia até sua destruição.

Perseu contra a Medusa e o monstro marinho:

Perseu era um filho de uma mortal, Danae, e do grande deus Zeus, rei do Olimpo. O pai de Danae, o rei Acrísio, havia sido informado por um oráculo de que um dia seria morto por seu neto e, aterrorizado, aprisionou a filha e afastou todos os seus pretendentes. Mas Zeus era deus e desejava Danae: entrou na prisão disfarçado em chuva de ouro, e o resultado dessa união foi Perseu. Ao descobrir que, apesar de suas precauções, tinha um neto, Acrísio fechou Danae e o bebê numa arca de madeira e os lançou ao mar, na esperança de que se afogassem.
Mas Zeus enviou ventos favoráveis, que sopraram mãe e filho pelo mar e os levaram suavemente à costa. A arca parou numa ilha, onde foi encontrada por um pescador. O rei que comandava a ilha recolheu Danae e Perseu e lhes deu abrigo. Perseu cresceu forte e corajoso e, quando sua mãe se afligiu com as indesejadas investidas amorosas do rei, o jovem aceitou o desafio que este lhe fez: o de lhe levar a cabeça da Medusa, uma das Górgonas. Perseu aceitou essa missão perigosa não porque ambicionasse alguma glória pessoal, mas porque amava a mãe e estava disposto a arriscar a vida para protegê-la.
A Górgona Medusa era tão hedionda que quem olhasse seu rosto transformava-se em pedra. Perseu precisaria da ajuda dos deuses para vencê-la e Zeus, seu pai, certificou-se de que essa assistência lhe fosse oferecida: Hades, o rei do mundo subterrâneo, emprestou-lhe um capacete que tornava invisível quem o usasse; Hermes, o mensageiro divino, deu-lhe sandálias aladas; e Atena lhe deu uma espada e um escudo. Perseu pôde fitar o reflexo da Medusa e, assim, decepou-lhe a cabeça, sem olhar diretamente para seu rosto medonho.
Com a cabeça monstruosa seguramente escondida num saco, o herói voltou para casa. Na viagem, avistou uma bela donzela acorrentada a um rochedo à beira-mar, à espera da morte pelas mãos de um assustador monstro marinho. Perseu soube que ela se chamava Andrômeda e estava sendo sacrificada ao monstro porque sua mãe havia ofendido os deuses. Comovido por sua aflição e beleza, o herói apaixonou-se por ela e a libertou, transformando o monstro marinho em pedra com a cabeça de Medusa.

Os doze trabalhos de Hércules

Hércules, filho de Zeus e da princesa Alcmena era odiado por Hera, mulher de Zeus. Quando Hércules casou-se com Mégara, uma princesa tebana, Hera fez com que ele enlouquecesse e pusesse fogo em sua casa, matando sua mulher e seus filhos. Quando Hércules recuperou a razão, procurou o auxílio do oráculo de Delfos. O oráculo disse-lhe que deveria servir doze anos a seu primo Euristeu, rei de Argos.
   Hércules realizou então 12 trabalhos para o rei Euristeu.

·Primeiro trabalho: matar o leão de Neméia. A partir de então Hércules passou a usar a pele resistente do leão como armadura.

·Segundo trabalho: matar a Hidra de Lerna, uma serpente com sete cabeças venenosas. Hércules queimou todas as cabeças do animal, menos uma, que era imortal. Essa foi enterrada por baixo de uma pedra. Após matar a Hidra, Hércules mergulhou suas flechas no veneno da Hidra, tornando-as venenosas.

·Terceiro trabalho:a captura do javali de Erimanto.

·Quarto trabalho: capturar a corsa de Cerinéia, que tinha os cascos de bronze e os chifres de ouro.

·Quinto trabalho: expulsar as aves do lago Estinfale, na Arcádia.

·Sexto trabalho: limpar os estábulos do rei Augias, da Élida, em um só dia. Os estábulos estavam muito sujos, mas Hércules desviou o curso de dois rios para passarem por dentro deles e realizou o trabalho.

·Sétimo trabalho: capturar o touro selvagem de Minos, rei dos cretenses.

·Oitavo trabalho: capturar os cavalos devoradores de homens do rei Diomedes da Trácia. Hércules matou Diomedes e deu sua carne aos cavalos.

·Nono trabalho: obter o cinto de Hipólita, rainha das Amazonas, as mulheres guerreiras.

·Décimo trabalho: ir buscar o gado do monstro Gerião, que vivia além das colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar).

·Décimo primeiro trabalho: levar as maçãs de ouro do jardim das Hespérides para Euristeu.

·Décimo segundo trabalho: capturar Cérbero, o cão de três cabeças que guardava os infernos, e mostrá-lo a Euristeu.
   Com os três últimos trabalhos, Hércules conquistou a imortalidade, pois Gerião e Cérbero representavam a morte e as maçãs eram o fruto da Árvore da Vida.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A revolta dos deuses- Capítulo IX- As flechas

Apolyctos não correra para salvar Zeus e sim, Maxa. A lady havia pulado na frente do deus.
A Lady caiu. Ares riu e preparou outra flecha. Mirou em Zeus e atirou. A flecha acertou o deus em cheio. Os dois deuses caíram enquanto desapareciam.
Apolyctos sentiu aquela raiva de novo. Um poder grandioso que crescia cada vez mais. O poder ancestral.
As asas do anjo formigavam. Ele se atirou em direção a Ares mas o deus percebeu o ataque e preparou outra flecha. Ele não sabia se era tão bom assim com o arco e flecha para acertar um borrão azul em movimento.
Apolyctos sentiu uma dor muito grande em sua cabeça. Suas asas sangravam. Seu corpo tremia de dor.
O sangue derramado das asas do anjo tingiam as flores brancas de Maxa com um tom vermelho puro e claro.
O anjo desmoronou.
Hades e Ares gritaram ao mesmo tempo:
-Vitória!!
Atena, hera e outros tentaram resistir, mas já era clara a vitória das tropas rebeldes, Logo, eles se renderam.
-''-
Nas Portas da Morte, Zeus discutia com gravia:
-Você precisa me deixar passar! Sou um líder caído! Os deuses nunca mais me verão como um líder legítimo de novo.
-Mas a previsão não acabou!
-A previsão nem mesmo começou.- vociferava Zeus- Lembra-se: "Cairá pelo seu sucessor". Meu sucessor provavelmente será Hades, quem me matou foi Ares.
-Na verdade não será bem assim. Lembra-se de seu pai e seu avô? Eles morreram nas mãos dos filhos e estes assumiram o lugar do pai.
-E....- gaguejou Zeus- Ares é meu filho! Mas como morrerei pelo meu antecessor? Os titãs estão presos no Tártaro.
-Os titãs não são seus antecessores...
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Eae? Gostando? Quinta é o último capítulo e tem perfil do Apolyctos... Até!